2ª Feira do Voluntariado na UFSM reúne cerca de 30 instituições sociais do Município tendo apoio da Prefeitura

27/08/2026 | atualizado às 16h20m


Evento contou com estandes de exposição, palestras e oficinas, fortalecendo a participação comunitária, a solidariedade e o voluntariado. Programação está inserida na 1ª Semana Santa Maria Cidade Resiliente

Conectar pessoas interessadas em realizar trabalho voluntário a instituições que desenvolvem ações sociais no Município e na região. Assim foi a 2ª Feira do Voluntariado 2026 na UFSM, que reuniu cerca de 30 instituições sociais da cidade como ONGs, entidades filatrópicas e empresas sociais da cidade deram orientação aos visitantes e também explicar como fazer para se voluntariar. O evento contou com estandes de exposição, palestras e oficinas, fortalecendo a participação comunitária, a solidariedade e o voluntariado. A programação está inserida na 1ª Semana Santa Maria Cidade Resiliente que segue até este sábado (29).

As atividades ocorreram durante a manhã desta quinta-feira (27), no Prédio 74C do Centro de Ciências Sociais e Humanas, no campus de Camobi. O evento teve o apoio da Prefeitura, do CCSH, do Departamento de Ciências Administrativas, do curso de Administração, dos Programas de Pós-Graduação PPGACC e PPGOP, do Grupo de Estudos em Marketing (GEM) e do Programa Sesc de Voluntariado.

Na abertura do evento, a vice-prefeita, Lúcia Madruga, agradeceu o engajamento da universidade com a sociedade e o incentivo ao voluntariado.

“Nesta semana, estamos fazendo um movimento bastante intenso na Prefeitura e chamando de movimento de desenvolvimento. São várias ações que estão acontecendo dentro da nossa responsabilidade de discutir, de informar e de comunicar a nossa sociedade a respeito da necessidade de sermos resilientes diante das transformações climáticas. Começamos um movimento que pretende se prolongar ao longo de todo o ano. E a gente está bem feliz porque a nossa proposição foi acolhida pela sociedade de uma forma como eu ainda não tinha visto acontecer. A sociedade toda comprou a ideia e entendeu a perspectiva deste desafio com diversas ações acontecendo em diferentes regiões. Santa Maria é certificada pela Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE), uma instituição internacional com compromisso para transformar os municípios em espaços de aprendizado contínuo para além das salas de aula da cidade. E este é um diferencial que nos orgulha para trabalhar cada vez mais para agregar mais pessoas voluntárias em todos os setores”, disse a vice-prefeita.

A pró-reitora de extensão da UFSM, Milena Freire, saudou os estudantes e participantes da feira, desejando uma manhã de muito aprendizado, conhecimento e troca de experiências.

“Acreditamos que a transformação social é uma das principais vocações da expressão universitária. A universidade tem muita contribuição, mas também tem muito a aprender porque não existe uma possibilidade da universidade apenas ter perspectiva de entrega. Temos que ter essa perspectiva dialógica, ter compreensão da sociedade. Então, eu desejo que essa segunda edição da Feira seja, sim, um espaço de diálogo, de aproximação e aprendizagem dos nossos estudantes e de inspiração para novas formas de participação e compromisso social. Parabéns a todos vocês que tornam esse processo possível. Muito obrigada a todos”, saudou a pró-reitora.

A programação contou com palestra e bate-papo sobre “Resiliência Climática”, com a participação do secretário de Resiliência Climática e Relações Comunitárias, Edson Roberto as Neves Junior, e “Voluntariado: quando a vontade encontra o compromisso”, com Elis Rodrigues, do SESC Santa Maria. Os estudantes também puderam participar de três oficinas práticas: palhaçaria hospitalar com o Esquadrão da Alegria, Primeiros Socorros com a Cruz Vermelha e tricô com o Tricotando Solidariedade.

“Quando a cidade é afetada por um desastre com danos humanos e materiais em razão de um fenômeno climático, enquanto Defesa Civil, temos 10 dias para preencher um lado com as informações sobre o desastre, e tenho que dizer economicamente quais os impactos desse desastre. Quanto impactou na saúde, na distribuição de energia, no saneamento, na vida das pessoas, com laudos técnicos de profissionais. E se eu não cumpro os 10 dias, eu não consigo captar o recurso para restabelecer a minha cidade. Esse é um dos grandes desafios do órgão de gestão. E precisamos de administradores, de economistas, de profissionais da saúde, da educação, do meio ambiente, enfim, de todas as áreas trabalhando de maneira integrada. Explico isso pra dizer que Defesa Civil é gestão de desastres e de riscos. Ela envolve educação, comunicação e inovação. Educar é alertar a população dos riscos pontuais no ambiente em que vivem, por exemplo. Já a comunicação e informação precisa ajudar a salvar mais vida em menos tempo. E em estratégia de resiliência, qual a grande inovação que nós poderíamos ter para que Santa Maria se torne mais resiliente? A grande inovação está em vocês, estudantes. Desenvolver algo novo ou aperfeiçoar o que já existe e que venha beneficiar toda uma comunidade, por exemplo”, explanou o secretário Edson.

SERVIÇO

O quê: 1ª Semana Santa Maria Cidade Resiliente
Quando: até 29 de agosto
Palestras: gratuitas e abertas ao público
Confira a programação: 1ª Semana Santa Maria Cidade Resiliente

Texto: Diniana Rubin (MTb: 10.459)
Fotos: Guilherme Brum (MTb:16.672) / PMSM
Secretaria de Comunicação
Prefeitura de Santa Maria

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